Onde foi que eu errei

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Fato! Quando você quer controlar um processo, para que ele sempre ocorra da mesma forma, garantindo qualidade, repetibilidade e que ele não te dê dor de cabeça o que você faz? Fica de olho nas variáveis que podem ser controladas e aplica um rigoroso e cuidadoso processo de controle, que as vezes pode ser até diário ou de hora em hora. Você sabe do que estou falando, já viu isso na empresa onde você trabalha, e sabe porque lá o pessoal faz isso? Para não virar uma zona e as coisas saírem do controle, entrando em colapso e eles perderem o seu precioso lucro.

Voltemos ao futebol, voltemos ao JEC. Sabemos que futebol não é um processo como aqueles da indústria, que podem ser totalmente controlados, mas a impressão que temos desse Joinville 2016 é que nada, absolutamente nada é e nem foi controlado. Há gente perdida em todos os cantos da administração tricolor, o resultado disso realmente não poderia ser outro. Bagunça generalizada assim eu não via por aqui desde os tempos de Mauro Bartolli e aquela bagunça que na época nos levou para o fundo do poço agora parece estar fazendo o mesmo.

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Onde foi que eu errei? Não, não é você, torcedor, que tem que fazer essa pergunta a si mesmo, quem deveria estar fazendo essa pergunta a si mesmo agora são os nossos queridos dirigentes, pessoas responsáveis por gerir a nossa paixão e responsáveis por controlar o que acontece com o clube dentro e fora de campo. Nada disso foi feito nesse ano e quem vai pagar a conta? Logicamente que seremos nós, mais uma vez. Já que a conta é nossa, porque não assumir logo de uma vez?

Já estou conformado que ano que vem jogaremos a série C (sim, eu espero queimar a minha a língua, como eu espero…), mas para não termos um 2016 em 2017 é preciso iniciar o ano tomando as decisões certas e cabe a nós, torcedores, exercermos mais pressão a cada decisão que julgarmos inconveniente, como várias que foram tomadas este ano e nós assistimos passivamente enquanto a vaca ia para o brejo rodada á rodada. É preciso fazer o que não foi feito nem em 2015 nem em 2016, controlar os processos internos do Joinville Esporte Clube e impedir que gente incompetente meta os pés pelas mãos, e zagueiros com 38 anos, no fim de sua carreira, sejam contratados para compor um elenco que precisa escapar do rebaixamento.

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