Falta de sorte?

É oficial: o JEC não tem sorte.

Ou é isso ou eu não sei – e até prefiro não saber – o que acontece que tudo dá errado. Vamos nessa coluna falar apenas de fatos recentes – até porque quem vive de passado é o Criciúma museu.

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JEC nunca perdeu o apoio da Massa Tricolor, apesar dos deslizes do ano.

Primeiro, o amistoso da entrega de faixas. O JEC tinha contatado River Plate, Boca Juniors e até chegou a se mostrar interessado em outras equipes. Mas acabou que o amistoso internacional prometido – para a entrega da faixa de Campeão da Série B – foi cancelado. Frustrou o torcedor, virou motivo para zoação dos adversários. Mas passou.

E aí, o caso do André Krobel. O JEC escalou irregularmente um jogador, de acordo com a Justiça desportiva. O jogador André Krobel não tinha contrato profissional mesmo estando numa idade que o obrigasse. Só que o JEC havia registrado o atleta antes. Como garoto da base, é verdade, mas havia. Enfim: não rolou desculpas. O JEC foi considerado culpado e perdeu pontos. É, isso não passou. Porque…

Teve mais caso André. Não, o JEC não perdeu pontos e ficou por isso mesmo. Perdeu pontos depois de ter jogado por um empate nas finais do Catarinense. E o jogo não foi remarcado, não. A taça (que foi roubada) foi entregue a um outro clube: o Virjão Figueirense Futebol Clube. Perdemos o título do Catarinense no tapetão para um clube que vinha sendo até então treinado pelo Argel. Que fase..

E aí, a Série A. O JEC jogou bem inúmeras partidas, mas parou na trave. E, fora a trave – apontada como vilã na maioria dos jogos – e os problemas extra-campo – sai um treinador desgastado, entra um que desgraçou tudo, e até chegar um que preste… – tem o apito. O apito tem um ímã que puxa pro lado do maior – ou do menor, contando que esse lado não seja o do JEC. E o JEC sentiu – sim – a Série A. Mas parece que a Série A também sentiu o Maior do Estado.

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JEC x Chape pode se transformar num marco positivo ou negativo na temporada. Mas do jeito que as coisas andam, a segunda opção está parecendo mais próxima…

E por último… Agora, a Chapecoense inventou de fazer o JEC pagar pela própria irresponsabilidade. Chapecó com um tempo ruim – o que não é novidade – e os dirigentes não pensam que imprevistos acontecem. Resultado? Jogo adiado, planejamento melado, torcedores irritados. E tudo por causa de um time sem expressão. Diz aí, merecemos?

O JEC não pode continuar pagando pelos erros dos outros. E isso está bem claro para a torcida – que reconhece que, dentro de campo, o JEC é um time campeão. O problema do JEC está na passividade e, claramente, fora das quatro linhas. Só nos resta a pergunta seguinte: será que temos má sorte?

Ou será que o problema é…

 

 

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