A maior do estado torce de um jeito único.

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Levaremos este time nos braços aonde for preciso.

Hilário Franco Junior, historiador e autor do livro “A dança dos deuses. Futebol, sociedade, cultura.” conceitua que, “seguir determinado clube é acreditar, mesmo contra evidencias racionais, que ele vai vencer”. Assumindo este conceito podemos afirmar que durante aquele período pouco brilhante de nossa historia (2004 – 2009) aprendemos a fazer isso muito bem, renegávamos naquela época evidencias latentes de que as coisas não dariam certo e deixando de lado tudo que era racional continuávamos acreditando.

Goleada para o extinto Camboriuense? Ficar sem calendário em 2008 e 2009? Tenho certeza que este período no limbo do futebol nos machucou muito, mas sempre levando ao pé da letra o conceito de “torcer” de Hilário, passamos por tudo isso e hoje estamos aqui. A fase não é boa, eu sei, ao fim da temporada mágica de 2014 eu falava para mim mesmo, “não podemos subir para apanhar como cachorro morto”, bom não é exatamente isso o que está acontecendo, mas estamos passando por um momento ruim.

Só que diante desta constatação que salta aos olhos até mesmo do torcedor mais alienado eu pergunto? E todas as lições que aprendemos lá atrás enquanto caminhávamos no limbo? Lembro a todos vocês da responsabilidade que é torcer para o Joinville, lembro a todos vocês que torcer para o Joinville não é algo que pode ser ensinado e aprendido por qualquer um, isso tem que ser natural, lembro a todos que torcer para o JEC é ser bairrista mesmo, é torcer pela cidade como um todo e lembro também que nosso papel vai muito além do que pressionar o time adversário e xingar bandeirinhas e árbitros, nosso papel é não deixar esta agremiação esportiva jamais e continuar levando ao pé da letra o conceito de torcer, afinal de contas quem vocês acham que trouxe o Joinville até aqui?

 

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