A sequência de Fabinho Santos no cargo foi importante para o JEC?

O trabalho de Fabinho Santos vem sofrendo (e ainda sofre) com alguns fatores, como a falta de material humano qualificado para trabalho, ou até propriamente tempo, já que o Joinville vem enfrentando uma dura maratona de viagens e jogos. Todo esse sacrifício rendeu uma linda página na história do nosso clube, o de chegar na quarta fase da Copa do Brasil, algo nunca conseguido antes, porém, o trabalho do comandante tricolor foi colocado em cheque a algumas semanas, tendo o mesmo sofrido uma grande rejeição por parte da torcida. Tendo todos esses pontos levantados, o questionamento que fica é o seguinte: A continuidade no trabalho foi benéfica para o Joinville atingir tal feito?

O questionamento é no mínimo interessante, e cabe a reflexão para cada torcedor, que desde um passe errado até uma derrota, seja qualquer circunstância negativa, já quer expurgar o treinador do cargo, levando ele para o mais longe possível. Podemos comparar esse caso (que está em andamento), com ao caso de Hemerson Maria, cujo foi quase demitido em 2014, onde desavenças do mesmo com o até então diretor do financeiro (Jony), fizeram o atual presidente pedir o boné do antigo cargo na gestão anterior. Ambos permaneceram no Joinville, e logo depois, escrevemos o capítulo mais lindo na história do clube, com o acesso a série A e o título da segunda divisão, tudo isso graças a confiança depositada do atual presidente em Hemerson Maria.

Foto: Agência RBS

Com pouco dinheiro, obviamente que o elenco vai ser fraco, aí que entra o trabalho de Fabinho Santos com a categoria da base, onde hoje, pelo menos 4 garotos dão o ar da graça no time titular, o que ajuda muito nesse difícil momento de se reerguer pelo qual estamos passando. É bem verdade que estamos longe de assustar alguém, ou que vamos passar o trato em quem vier, mas isso faz parte, temos que ter humildade e aceitar nossa situação.

Hoje (17), o professor Fabinho já está mais estabilizado no cargo, assim montando uma espinha dorsal pra dura série C, utilizado o catarinense como laboratório, mas o futebol brasileiro é traiçoeiro, e sempre quem paga o pato é o treinador, infelizmente. Tudo devidamente dito, vamos ao questionamento desse texto, e lógico que é para você amigo tricolor: A continuidade de Fabinho Santos foi importante para o Joinville nesses primeiros três meses da temporada?

2 comentários sobre “A sequência de Fabinho Santos no cargo foi importante para o JEC?

  1. Saudações. Fabinho é positivo nos primeiros meses de 2017 para o Joinville. Este torcedor não concorda com a tese do Campeonato Catarinense ser “laboratório” para o nosso querido Joinville Esporte Clube. Como todos os outros campeonatos, o Catarinense é um campeonato profissional. “Laboratório” são os campeonatos “Sub-20”, onde os atletas em formação podem e devem ser testados em várias situações nos jogos. Com todo o respeito a administração do Jec, esta mentalidade não condiz com a grandeza do Joinville Esporte Clube. A maioria dos clubes grandes e médios procuram formar ou contratar grandes técnicos. A opinião deste internauta é que Fabinho poderia continuar a treinar o sub-20 e a diretoria contratar um técnico importante . Não houve clara explicação porque o ótimo técnico Ramon Menezes deixou o Jec . Salário muito alto ? O fato é que se Ramon Menezes entrasse na época do Lisca, no ano passado, muito provavelmente o Jec não cairia para a série C. Tanto é que vencemos convincentemente o Oeste em Barueri – SP, nosso concorrente direto em 2016, por inquestionáveis 2 a 0 . Humildade é importante, mas falta ao Jec ousadia. Um grande time começa por um grande técnico. Por maior Ação na administração do Jec ! Por melhorias no canal digital do Jec, permitindo a transmissão e repetição de jogos e lances importantes. Pela concessão à iniciativa privada da Arena Joinville, viabilizando o término da cobertura da arena, proporcionando mais conforto ao torcedor. Por um Joinville Esporte Clube mais ousado e mais forte ! A música “Come as you are” do Nirvana é simplesmente atemporal e histórica.

    1. Baita comentário.
      Faz tempo que não vejo um torcedor tão lúcido em todos os canais e redes sociais.
      Esportiva ser tão lúcido, me sinto confortável em discordar em dois pontos. De resto concordo plenamente. Principalmente na parte da cobertura e “privatização” dá arena.
      O que discordo é só breve o Fabinho. Acho que para a série C, Fabinho é o ideal. Técnico identificado com o clube e jogadores e Tor ida. Conhece as peças da base para usar nesse momento de pouco $$. E ainda digo que apesar de alguns poucos erros, ele sabe muito bem montar um time com as poucas peças que possui. Eu ainda acho que ele vai nos dar muita alegria.
      Sobre o catarinense, eu digo que esse campeonato falido, sem atrativo para a torcida ida e sem atrativo financeiro, onde os times levam prejuízos atrás de prejuízos e que no final ganham apenas uma taça de metal, serve apenas como laboratório e formação de um time forte.
      Acho que o catarinense serve para montar um time base para a próxima competição do ano, mesclando com bons jogadores e testando a base para utilizar e ganhar dinheiro no campeonato seguinte de maior expressão.

      Mas de resto,concordo 100% com você.

      Grande abraço tricolor.

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