Sou JEC, sou cidadão: As propostas de Udo e Darci para o esporte joinvilense

Ser cidadão não é simplesmente ir às urnas e votar. Isto é ser eleitor. Ser cidadão é fazer um papel que vai muito além das eleições que ocorrem de dois em dois anos (nas esferas federal, estadual e municipal). Você já parou para pensar quem está elegendo? Você já leu as propostas de quem tanto fala na propaganda eleitoral e você prefere assistir TV fechada?

urnaPensando nisso – e nas implicações que têm uma sociedade onde as pessoas estudam mais antes de votar – o SouJEC.com vai, durante essa semana, montar um guia com as propostas dos oito candidatos à Prefeitura de Joinville. Escolhemos, aqui, somente as propostas que estão ligadas ao esporte, que é o foco do site. Sabemos que, enquanto site da torcida do Joinville Esporte Clube, temos o dever de apoiar o esporte – não só o futebol – na cidade, afinal, isso deve render bons frutos também ao clube enquanto instituição.

Exibiremos as propostas de dois candidatos por dia e seguiremos a ordem da última pesquisa eleitoral publicada pelo Grupo RBS, sendo:

Terça (30/8) – Udo Döhler (PMDB) e Darci de Matos (PSD)
Quarta (31/8) – Marco Tebaldi (PSDB) e Carlito Merss (PT)
Quinta (1º/9) – Dr. Xuxo (PP) e Rodrigo Bornholdt (PDT)
Sexta (2/9) – Professor Marcos (PEN) e Ivan Rocha (PSOL)

Vamos começar!

UDO DÖHLER (PMDB) – 15

– Apostar na formação de crianças e jovens, fomentando a participação em ligas, associações e clubes da cidade.
– Desenvolver atividades físicas e esportes que atendam a realidade de diversas regiões e comunidades de Joinville.
– Ampliar o Programa de Desenvolvimento de Treinadores para o maior número possível de modalidades olímpicas e paraolímpicas.
– Ampliar o Programa de Desenvolvimento de Árbitros, em parceria com as ligas e associações, para formar e credenciar profissionais no maior número possível de modalidades olímpicas e paraolímpicas.
– Capacitar ligas e associações para que possam desenvolver eventos esportivos e boas práticas esportivas em suas comunidades.
– Manutenção dos convênios com os cursos de graduação em educação física, ampliando o atendimento nos programas sociais.
– Ampliação do Programa de Iniciação Desportiva (PID) nas escolas púbicas, associações, clubes e recreativas empresariais.
– Ampliação do programa Mexa-se com a Felej, que leva atividade física para população em diversas faixas etárias.
– Ampliar o atendimento e os projetos de participação esportiva para pessoas com deficiência.
– Incentivar a criação de ligas universitárias na cidade.
– Aprimorar ainda mais a realização dos Jogos Universitários e dos Jogos Escolares.
– Ampliar e envolver cada vez mais a rede pública e privada de ensino em competições interescolares.
– Resgatar e promover os jogos rurais, trabalhando os valores e a integração da comunidade rural através do esporte.
– Ampliar programas de atividade física e lazer em espaços públicos do município, como Academias da Melhor Idade, Joinville em Movimento e Felej na Comunidade.
– Implantar novos equipamentos públicos para prática de atividades físicas, como academias nas praças, ciclovias
– Construir espaços públicos na cidade e em ambientes naturais que favoreçam a prática de atividade física, esporte e lazer como pistas de caminhada em parques, praças, entre outros.
– Fortalecer a participação das equipes nas competições regionais e estaduais.
– Apoiar a participação de equipes e atletas em competições nacionais e internacionais.
– Incentivar o surgimento de novos talentos por intermédio da integração dos projetos de iniciação esportiva e coordenação de rendimento.
– Construção do CIE (Centro de Iniciação Esportiva) na Zona Sul da cidade.

DARCI DE MATOS (PSD) – 55

– Aproveitar os espaços esportivos desativados ou com potencial
subaproveitado, para desenvolver projetos esportivos e culturais, em parceria com a iniciativa privada.
– Cuidar da manutenção, ampliação e cobertura das arquibancadas da Arena Joinville, com recursos da iniciativa privada e dos governos federal e estadual.
– Aproveitar os espaços disponíveis na Arena Joinville, dando sustentabilidade econômica e financeira para o seu uso como equipamento social.
– Apoiar as iniciativas dos clubes e atividades esportivas amadoras da cidade.
– Incentivar as ações esportivas como ferramenta de inclusão social.
– Criar um Fundo de Incentivo ao Esporte de inclusão social e competição, para
viabilizar o apoio da iniciativa privada aos projetos esportivos da cidade.
– Promover gincanas colaborativas e mini olimpíadas interbairros.
– Manter e implantar canchas, quadras, ginásios e campos de futebol, em
convênios com Associações de Moradores e clubes esportivos.
– Inserir Joinville no calendário nacional e internacional de competições,
sediando etapas de grandes eventos esportivos.

Procuramos a assessoria dos dois candidatos, porém até o momento do fechamento desta matéria nenhum dos dois deu suas palavras sobre o que pensava como meta do mandato para o esporte joinvilense.

Fonte das propostas: Divulgação de candidatos e contas (TSE). Visitado em 30/08/2016. Disponível em <http://divulgacandcontas.tse.jus.br>.

Hora de Voltar a Ser JEC

Agosto: dizem que é o mês do desgosto, o mês do “cachorro louco”. E este agosto tem sido particularmente sombrio e preocupante para nós tricolores. O Joinville ficou quase 15 dias parado, e permanece não só no mês de agosto, mas praticamente em toda a série B na zona de rebaixamento. Um resultado desanimador para quem veste preto, branco e vermelho e está, nos últimos dois anos, sofrendo com resultados negativos em sequência. Até este blog não esteve assim tão ativo, apesar de uma tentativa (ainda de pé) de convocar os sócios para uma mobilização. Chegou a hora de reagirmos, no campo e fora dele.

Eu sei, os números não nos ajudam. Para o torcedor ter ideia, a nossa campanha é pior que a campanha da Série A do ano passado, na 20ª rodada. Aos números:

Em 2015, na vigésima rodada da Série A, o Joinville tinha estava em 19º no Campeonato Brasileiro da Série A, com 19 pontos. Três pontos separavam o JEC do primeiro time fora da zona de rebaixamento: o Goiás.

Um ano depois, na vigésima rodada da série B, o Joinville está em 19º no Campeonato Brasileiro da Série B, com um ponto a menos: 18. O primeiro time fora da zona de rebaixamento é o mesmo Goiás. Porém, são 5 os pontos que nos separam.

Essa comparação parece desesperadora. Mas, vamos agora olhar para o copo meio cheio, e não o menos vazio: em 2015, na Série B, o Ceará do técnico Lisca fechou a 20ª rodada com 17 pontos (um ponto a menos que o JEC). Terminou o campeonato fora da zona de rebaixamento, em 15º, com 45 pontos.

Para tanto, é fundamental a força da torcida nos jogos em casa. Apesar do tempo chuvoso e frio da última sexta, foi triste ver a Arena Joinville apenas com 1.129 torcedores presentes, para uma partida de extrema importância para o clube que amamos. Sim, a diretoria tem sua parte nesse número, seja pelas ações que deixaram o time nessa situação, seja pela falta de sensibilidade para que mais torcedores ocupassem a parte coberta do estádio. Mas isso é papo para outra hora.

O time em campo mostrou evolução significativa no jogo contra a Luverdense. Apesar do empate, jogou bem, e revelou que é possível sonhar. O que faltou foi equilíbrio emocional para segurar a defesa e, principalmente, depois do gol tomado, a tranquilidade para tomar as ações do jogo e definir o resultado. É absolutamente natural que o nervosismo se abata em times há tanto tempo na zona de rebaixamento. Porém, contribui para essa apatia em campo a apatia fora dele.

Sei que você deve estar puto com a situação, e com razão. Esse time não fez nada para merecer seu apoio. A diretoria também não. O departamento de futebol, muito menos!!! Na verdade, fez merecer sim: a indiferença. Porém, o que deve nos mover é o sentimento. É pensar que, pior do que viver essa situação, é afundar com ela.

É hora de amar o time sem distinção, com paixão mesmo. Vestir o preto, o branco e o vermelho, voltar para a Arena, voltar a carregar o time no colo. Esquecer o papo de “enquanto o presidente e/ou o Rondinelli estiver lá eu não volto”. Deixar para novembro as cobranças – que virão sim!!! – Sobre esse ano desastroso e se concentrar na tentativa de sair dessa situação. Se vamos conseguir, só o tempo dirá. Mas ninguém nesse estado e no Brasil poderá dizer que não tentamos. É hora de voltar o debate. É hora de retomarmos esse espaço, e todos os espaços que essa torcida pode ocupar. Hora de voltar a viver o JEC, mesmo com todos os problemas e mesmo que tudo vá contra isso. É hora de cuidar da nossa paixão, de carregar o amor por esse time no colo, como um filho doente que precisa de cuidado. É hora de voltar a ser JEC. Afinal, somos JEC até o fim, não é mesmo?

O JEC é nosso: criação do Conselho de Sócios

O Joinville Esporte Clube está perto de mais uma vez em sua história alcançar o fundo do poço: a queda para a terceira divisão. Enquanto decisões equivocadas são tomadas pela diretoria, o órgão do clube que deveria fazer a cobrança, lançar novas ideias e trabalhar em prol do clube, parece morto.
O Conselho Deliberativo pouco ou nada faz de efetivo. Focam em vaidades e ambições pessoais, motivados por política, economia ou egocentrismo, o que insustenta a figura presidencial, que, sem experiência, se vê desamparada e sem o respaldo necessário.
Reforçamos a importância de o torcedor realmente ter voz dentro do clube para mudar essa situação. Afinal, somos nós que apoiamos a cada jogo, pegamos sol, chuva e seguimos esse clube em qualquer divisão.
Para isso acontecer, só enxergamos um jeito: a criação de um Conselho de Sócios, mas que não seja apenas item de decoração, e sim que tenha poder e influência dentro do clube. Esse conselho de sócios precisa ser um órgão dentro do clube, previsto no estatuto, assim como o conselho deliberativo. Sabemos que para vencer os desafios é preciso estar junto, colaborar e questionar.
O objetivo do conselho é dar voz ao sócio torcedor, que é o principal financiador dos projetos do JEC, mas que, infelizmente, não tem espaço para acompanhar e sugerir ações para ajudar o clube do seu coração. Fiscalizar as ações diretoria, colaborar com a solução dos problemas, tornar o Joinville um clube do sócio e despertar nele um sentimento não só de mero pagador de mensalidades, mas também de responsável pelo bom funcionamento da instituição.
A torcida do JEC sempre sustentou o clube. Quando nem série nos tínhamos, o torcedor fez com que o clube não fechasse as portas. O clube saiu do fundo do poço; agora, alguns que se acham maiores que o Joinville, estão trabalhando para cavar um poço do lado daquele da época em que estávamos sem série. Não podemos e não vamos deixar isso acontecer. Conselheiros que só pensam em seus interesses, o JEC não precisa de você e do seu dinheiro. Precisamos de pessoas que realmente queiram o bem do clube.
Convidamos a torcida tricolor a ser mais uma vez presente e vamos juntos batalhar pelo clube que amamos. O estatuto do Joinville (Direitos dos associados, Art. 19) diz que é preciso de assinatura de 10% dos associados para que se convoque uma assembleia geral. Em dia, o clube tem hoje cerca de 7 mil associados. Ou seja, são cerca de 700 assinaturas para que possamos começar a colocar em prática o Conselho de Sócios.
Para que a assembleia seja convocada, é preciso ter pauta para ser levada aos conselheiros. Nós apontamos dois itens. Entretanto, outros pontos podem ser adicionados ao longo do processo.
1) Apresentação da prestação de contas detalhada do ano de 2015 e do primeiro semestre de 2016;
2) Apresentação e votação da proposta da criação de um conselho de sócios, que seria eleito de forma democrática por todos os associados efetivos do Joinville Esporte Clube que não participarem do Conselho Deliberativo, mediante candidatura. O mandato do Conselho é de um ano (ou dois).
Para assinar, basta clicar neste link (http://migre.me/uBWX6)
Por fim, é preciso deixar claro que a possível aprovação deste Conselho de Sócios não deve ser encarada como favor da diretoria do clube, mas sim como dever dos sócios torcedores. A ideia deste conselho difere da comissão da torcida, projeto que partiu de dentro do JEC, e que vem sendo divulgada na imprensa. Entendemos que, para ter influência no clube e independência, este movimento tem que partir dos torcedores, organizado sem interferência do clube.
O momento é de união, deixar as diferenças para escanteio, e focar no que realmente todos nós torcedores queremos: que o maior clube de Santa Catarina faça jus ao tamanho de sua torcida.
Sem luta, não há vitórias: o JEC é nosso!
* Carta dos integrantes do Sou JEC (Alexandre Perger, Alison Mueller, Gabriel Nunes, Guilherme Weiler, Henrique Genoveva, Maicon Silva, Raphael Flores, Roberto Casagrande, Rodrigo Rochadel e Yan Pedro) a todos os torcedores e à diretoria do Joinville Esporte Clube.

Carta aberta à diretoria do Joinville Esporte Clube

Como bem disse o técnico Lisca, que de Doido não tem nada, o Joinville está há mais de um ano na zona do rebaixamento. Se antes era “normal’ ou “aceitável” porque estava na série A. Hoje, na série B – com nível baixíssimo, por sinal – , isso é insustentável. O JEC, com a história e a tradição que tem, não pode perder em casa para um fraquíssimo Oeste, ser derrotado por Bragantino do jeito que foi, enfim, não merece estar nessa situação. Muita coisa precisa mudar e isso precisa ser para ontem, porque o primeiro turno se foi e a série C já está abrindo a porta para entrarmos, mas sem previsão para sairmos.

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A administração jequeana deixa muitas dúvidas para o torcedor. Por que falta transparência no Joinville Esporte Clube? Por que o clube é administrado por alguns e não temos uma oposição tão importante na fiscalização das ações da diretoria? Onde estão os números das negociações de jogadores? Quanto o Joinville faturou de fato na venda de Anselmo e Agenor? Onde está o tal portal da transparência que o presidente prometeu quando assumiu? Essas dúvidas deixam margem para especulações e o famoso diz que me disse.

O Joinville hoje não é da sua torcida, mas de empresários que ficam escondidos atrás de suas mesas. Uma boa gestão passa pela transparência. O momento é esse, não outro. Não é mês que vem ou na próxima rodada, é agora. Questionar é a base para qualquer evolução e é chegado o momento de colocarmos em xeque todo o Joinville Esporte Clube. Cada processo interno, cada funcionário, tudo deve ser avaliado. Chegamos em um ponto em que se projetarmos o Joinville daqui a 10 anos vemos um futuro de muito sofrimento. Então é hora de pensar onde e como podemos ajudar de maneira mais incisiva porque apenas torcer e pagar a mensalidade de sócio não está sendo suficiente.

Para ser transparente e engajar a torcida é necessário muito mais que marketing. Não é preciso medidas extravagantes e onerosas. Com um posicionamento aberto e claro sobre o que acontece dentro do clube, abrindo aos sócios os problemas de toda ordem já seria quase que suficiente para sanar a crise de confiança que vive o Joinville em todos os setores. Ao invés disso vemos mais do mesmo, decisões duvidosas e processos nebulosos, nada é claro e palpável e nada, a não ser boatos e especulações, que servem para alimentar a imprensa esportiva da nossa cidade, chegam ao conhecimento da engrenagem mais importante desse sistema, o sócio.

Por tudo isso, o Sou JEC  elencou alguns pontos que precisam ser revistos urgentemente. Nossa intenção é contribuir para o clube, pois somos apaixonados e queremos o tricolor sendo respeitado novamente.

– Transparência: colocar uma planilha no site não é transparência. É obrigação do clube prestar contas ao torcedor, principalmente para o sócio, que ajuda a sustentar o clube.

– Participação: quem hoje realmente participa das decisões no clube? Os sócios, que contribuem mensalmente, nunca são ouvidos, são chamados apenas para aclamar uma chapa qualquer na eleição. Esse é o JEC de todos? A gestão do Joinville precisa ser mais participativa. Qual o número de conselheiros que realmente participa do dia a dia do clube?

– Contratações: o Joinville já fez 30 contratações este ano. Qual delas chegou para resolver o problema? NENHUMA. Tirando o Jael (que não fará milagres) não veio um jogador que encheu os olhos da torcida. A maior prova que não há uma polícia de contratações é a chegada de Fabiano Eller. Com tantos erros, o que ele ainda como titular e com a braçadeira de CAPITÃO? Como em 2015, quando ao demitirem Hemerson Maria na quinta rodada da série a, o JEC de 2016 entregou a chave do cofre do clube para o técnico Lisca. Estamos no meio do campeonato e tem jogador para estrear ainda. É muita gente e pouco futebol. O correto é enxugar o elenco e ficar com quem realmente quer tirar o JEC do rebaixamento.

– Aproximação: qual a relação do JEC com a comunidade? Não há. O clube não dialoga com as pessoas, não vai aos bairros, não visita fábricas, não está na praça, no shopping, em lugar algum. O Tricolor representa a cidade e leva o nome dela. Portanto, deve, sim, chamá-la. Nem mesmo nas redes sociais não há conversa. São posts secos que não interagem. Precisamos de mais, muito mais.

– Homem forte do futebol: Rondinelli deve ser avaliado. Seus trabalhos em Criciúma e no Avaí nos mostravam que ele tem problemas em contratar. Foi expulso dos dois clubes e não deixou nenhuma saudade por lá. Aqui, contratou, contratou, contratou e poucos deram resultados. Precisamos de alguém com a competência para fazer o JEC grande dentro de campo.

– Conselho: as reuniões do conselho precisam ter mais transparência. Onde estão as atas? O que é decidido nesses encontros? Precisamos de respostas.

Lisca contra os números

O novo treinador do Joinville, Lisca, fez jus ao apelido de “Doido” assumindo o comando de um Joinville que lutará não só contra outros times, mas principalmente contra números.

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O JEC tem, hoje, míseros 0,68% de chance de acesso à Série A e, entretanto, tem 56,2% de chance de cair para a Série C, segundo o Departamento de Matemática da UFMG. Probabilidades estas que se baseiam em números pífios do Joinville. O tricolor hoje possui o pior ataque (apenas 7 gols marcados) e a quinta pior defesa (16 gols sofridos) da Série B. Isso gera uma média absurda: é como se o JEC fizesse um gol a cada duas partidas e sofresse 1,14 gols a cada jogo.

O momento do time também não ajuda. Atualmente, o Coelho enfrenta o título de segundo time com a maior sequência sem vencer (são 6 partidas de jejum, atrás apenas do Bragantino com 7) e primeiro lugar em maior sequência de derrotas (4 consecutivas).

Números estes que derrubaram Hemerson Maria e, junto com o mané, afundaram o Joinville na tabela de classificação. A missão de Lisca é duríssima: arrumar a defesa, fazer milagre no ataque e driblar a matemática.

Campanha deste ano é pior que a de 2004, ano do rebaixamento

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Lisca Doido terá difícil missão (Foto: Asssessoria JEC)

O Campeonato Brasileiro da série B está na 15º rodada. Até o momento, o Joinville fez míseros 11 pontos, vencendo duas partidas, empatando cinco e perdendo sete. Desde que o Tricolor saiu do calvário  e voltou a disputar a série B, em 2012, essa é a pior campanha até esse estágio da competição. Em 2012, 2013 e 2014, o JEC sempre figurava entre os dez primeiros colocados.

Porém, o dado mais alarmante é que essa campanha consegue ser pior que a de 2004, quando o Joinville foi rebaixado para a série C. Na 14ª rodada daquele ano, o JEC ocupava a mesma 18ª posição deste ano. A diferença é que, há 12 anos, o Tricolor somava 15 pontos, com cinco vitórias e nove derrotas. A fórmula de disputa também era outra, com 24 equipes jogando em turno único e oito passando para a segunda fase.

Em 2004, o JEC teve quatro treinadores. Entre eles, Edson Gaúcho, que subiu o Criciúma em 2002 e saiu do Joinville  dizendo que com aquele time o Tricolor seria rebaixado para a série C. Neste ano, o JEC está no segundo treinador, sem contar as inúmeras contratações equivocadas.

Ainda há muito campeonato pela frente. O Joinville ainda pode se recuperar e sair dessa situação. Mas é preciso fazer muito mais do que está fazendo para escapar do rebaixamento e da escrita de 2004. Essa missão está  nas mãos de Lisca Doido.

Foto de destaque: assessoria JEC

2015 Não Acabou…

Havia uma neblina sobre a Arena Joinville na noite deste 28 de junho.  Neblina, como sabemos, é uma nuvem baixa. Não havia cenário mais propício: uma nuvem negra paira sobre o Joinville Esporte Clube, que vive um de seus piores momentos nos últimos cinco anos.

Início ruim de estadual, recuperação durante o torneio, final, vice-campeonato. Início ruim de Brasileirão, planejamento jogado às traças, contratações equivocadas, zona de rebaixamento e técnico demitido. O filme é repetido. Mudam apenas (alguns) personagens e a divisão. Chegamos na metade de 2016 e a impressão é a de que 2015 ainda não acabou. Perdemos metade do ano, um terço do Campeonato Brasileiro da Série B, e a expectativa de um campeonato digno e de, quem sabe, um acesso, se transformou em preocupação e em luta contra o rebaixamento. E não há, torcedor, outro objetivo esse ano senão a luta para ficar na segunda divisão em 2017.

O que vimos no jogo contra o CRB assusta: um elenco sem vontade, um capitão que até então era incontestável cometendo (e repetindo) erros grosseiros, displicência, apatia, irresponsabilidade e um desrespeito aos 3.008 torcedores presentes ao estádio – e a outros milhares que só esperam um sinal de vontade para voltar a ter confiança no seu time. A derrota por 3 x 1 foi dolorida, não tanto pelo placar, mas por como foi construída.

A saída de Hemerson Maria era inevitável. Mas é preciso um choque de realidade no elenco e na diretoria. Falta vontade. Falta respeito à torcida. Falta transparência. Falta humildade.

Desde o acesso os erros se repetem: formação do elenco equivocada, contratações que não dão certo, economias burras na hora incerta. Na área administrativa, a falta de transparência nas operações, na divulgação de dados e até de resultados de sorteios, no relacionamento com torcida (sócios e não sócios). O JEC se tornou um clube arrogante com seu torcedor. E, com um elenco limitado, essa é uma péssima forma de motivar a torcida a abraçar o time e reerguê-lo, com a presença no estádio. Precisamos, todos, jogar limpo. Não há mais espaço para que as ações fiquem pra depois.

Só assim teremos ventos melhores para que as nuvens negras que rodeiam a Arena Joinville deem lugar ao sol de novos tempos.

 

#Tricorneta – 99% teimoso, mas aquele 1% do Maria…

Hoje tem JEC. Daqui a pouco, na verdade. Por isso, vou escrever uma coluna rápida para abordar alguns pontos que acho, na minha singela opinião de torcedor, que o resto da torcida deveria pensar junto.

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Vi mais torcedores cornetando a vinda da rede varejista do que propriamente celebrando que finalmente mais verba esteja entrando para o clube. Se a empresa criou uma situação incômoda ao demorar para assinar o contrato? Sim. Mas aí a pressão maior foi dada por quem anunciou a rede tão cedo e gerou expectativa. Como empresa, a rede Condor tem políticas internas. E é só quando tudo esteve certo que se pode finalizar o acordo. Menos mal. Preferiam que fosse como na novela da Caixa?

Aliás…

No JEC é tudo mais difícil. Vi alguns companheiros falando que a falta de patrocinador é fruto da incompetência do JEC, dentro e fora de campo. Isso é mentira. O gerente de marketing do clube trabalha muito para poder contar ainda este ano com mais patrocinadores – e pelo que averiguei, para ter o Condor por aqui também já não foi tarefa fácil – é mesmo quando o JEC esteve em boa fase (de 2014 ao início de 2015) nenhuma grande empresa joinvilense resolveu pegar junto com o clube. Exceção a Salfer, que ainda assim não pagava o que a vitrine de uma Série A merecia.

A culpa é do clube mesmo? Ou é o empresariado que não pega junto?

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Hemerson Maria não merece o que está passando pela segunda vez em pouco mais de um ano. Toda essa pressão não condiz com o discurso que o trouxe de volta com o Nereu falando que “estava se desculpando de uma burrada”, que foi demiti-lo em 2015. Maria é um grande técnico, apesar dos vícios e insistências. Que com um elenco pior quase foi campeão catarinense esse ano. Se tivesse estado na composição do elenco, desde o começo do ano, talvez a situação não estivesse assim. Veja bem: o seu maior problema é a insistência de querer jogar como está acostumado, no seu estilo, e não se adaptar ao que tem.

E aí…

Se está errando e se não está cedendo à pressão de mudar, e se não está reconhecendo o que não dá certo e testando outros esquemas, não dá pra defender. O Joinville não tem todas as rodadas do mundo para testar elenco – e aí também grande puxada de orelha a essa diretoria que só vem com reforços agora. Entrosamento se conquista mantendo um padrão convincente. Não temos. Então, precisamos de no mínimo coerência. Que também está em falta.

Se perder hoje…

Não é o fim do mundo, porque o CRB tem um elenco superior ao nosso. Entretanto, estamos em casa e pela fase que passamos é obrigação vencer. Se não vencermos, ou Maria ganha a diretoria e a torcida jogando bem e ficando no “quase”, ou nem precisa atender o celular hoje. Só ir.

Porém…

Se o JEC de Maria vencer, ainda assim terá que demonstrar algo a mais. Senão, o manezinho pode sim ter uma longa série B pela frente no JEC. Só que não terá tranquilidade, que é o fator que mais fortalece um time.

Reforços 

Apesar da demora da diretoria, quem vem chegando mostra que Julio Rondinelli sabe mais do negócio do que o Maringá. O elenco começa a se encorpar muito mais e, desta forma, sinto que podemos sim – caso superemos essa turbulência – ainda sonhar remotamente com aquilo que mais queremos: outro acesso.

Foco

Esse discurso de acesso deve ficar só no fundinho da alma por enquanto. Agora, é fazer mandinga e abusar do secador para sairmos o quanto antes do Z4 e finalmente respirar melhor a noite.

CRB

Aliás, o CRB vai vir aqui e de cara vai lembrar quem é que manda. Na série C, claro, eram outros tempos. Mas na minha casa quem manda sou eu. E o respeito é sempre bom. Essa vitória, além de moral, vai fazer o torcedor começar a reatar com o clube. Ou alguém espera mais que 5 mil torcedores lá na Arena hoje?

Vamos, JEC!

Textão: Caos

Está um caos. O torcedor não sabe pra onde mais reclamar.
Não estamos vendo coisas boas na Diretoria, no setor de Marketing, no departamento de futebol, na comissão técnica, no elenco de jogadores.

Meu segundo textão em pouco tempo, mas vamos por partes dessa vez:

Diretoria

Imagem: Assessoria de Imprensa do JEC
Imagem: Assessoria de Imprensa do JEC

O TORCEDOR QUER SABER DO QUE É FEITO O DINHEIRO QUE ELE INVESTE.
Aonde foi parar a grana do Anselmo, do Guti, do Popp/Sauer, do Agenor, do Ramires, da Esporte Interativo?
Foi para pagar contas? Foi para abater empréstimos? Não interessa.

DIGAM URGENTEMENTE ONDE ESTÁ ESSA GRANA QUE NÃO É POUCA.
Sobre o futebol, que é o carro-chefe dessa instituição, onde está a cobrança nos reforços trazidos? Cobrança nos jogadores?
Quem faz isso no clube? Tem que dar a cara a tapa sr. Presidente. A torcida quer ouvi-lo, não quer discursos prontos e vazios.

Marketing

Evento-1

Foto: Divulgação / JEC

Onde está a campanha JEC de todos??? Fizeram o nome apenas pra usar de hashtag no Twitter?
Cadê as camisas?
Fizeram o site lá mas parou por ai? Onde está a divulgação? Onde está as ações que seriam feitas como “A Camisa do Gol”?

Onde estão os patrocínios? E a Condor? Vai fechar ou não?
Porque essa demora está sendo apenas benéfica para a rede de supermercados. A mídia nas custas do clube já fez o que o patrocínio (real) faria. E o JEC?

Comissão Técnica

Hemerson Maria vai completar 100 jogos a frente do JEC nesse domingo (17/04). Foto: Divulgação / JEC
Foto: Divulgação / JEC

Hemerson Maria faz hoje um trabalho de resultados muito ruins. Isso até o próprio sabe.

Ele teve seus méritos na passagem anterior por aqui, sim. O encaixe daquele grupo de 2014 fez até o instável Edigar Júnio ser peça fundamental e até decidir jogos em alguns momentos. Com treino, ele arrumou aquele time cheio de jogadores contestáveis a subir e ser campeão. O mérito acabou por ali.

Depois disso Hemerson não fez mas nada que trouxesse alegrias ao torcedor. Aliás, perdeu a sua melhor virtude: Fazer times jogarem com as peças que tem. Mas não se engane, para mim ele ainda é um bom técnico. Apenas está numa “vibe” que não é a melhor (desde 2015). Hemerson está tentando moldar o time a partir das suas convicções e não está montando conforme o que tem disponível. Do mesmo jeito que um bebê pega uma peça quadrada e tenta colocar no espaço triangular do brinquedo. 

O Joinville não tem pontas de grande qualidade, necessários para um esquema 4-2-3-1, não tem volantes com boa saída de jogo e não tem nesse momento atacantes cirúrgicos. Não tem como basear a equipe num contra-ataque que nunca chega, porque além de tudo isso, o meia é lento e prende muito a bola. Incoerências… Não tem como. Essa tática de pontas nunca vai funcionar, não temos peças para isso. Hemerson infelizmente não se deu conta (ou deu e não quer assumir).

No Futebol Brasileiro não tem como colocar do dia pra noite um esquema com pontas e laterais defensivos que funcione. Assim como Claudio Ranieri adaptou seu estilo de jogo com os jogadores disponíveis e com o estilo de futebol inglês; (Essa mistura lá deu vida ao xodó da temporada 2015/2016 Leicester City). Hemerson é um cara inteligente, já vi alguns do meio falando sobre, deveria sair da sua zona de conforto e tentar. Porque hoje o time do JEC é um amontoado que não gosta da bola e as suas transições defesa/meio, meio/ataque são ridiculamente ruins. Hoje uma demissão do técnico seria até justa e quase necessária já.

Elenco

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Falta atitude também desses que entram em campo. Falta alguém bater no peito e dizer, “toca pra mim”.
Parece que os caras não jogam como time. Ninguém corre pelo outro.

Não interessa quem entrar em campo, o torcedor quer ver RAÇA, COMO SE FOSSE FINAL DE COPA DO MUNDO, sem bola perdida. Pelo Menos isso se faltar a técnica. Tenham amor a suas contas bancárias (frase que vi e achei demais).

Departamento de Futebol

Uma bagunça. Ninguém sabe quem contrata, ninguém sabe o que faz. O fraco Júlio Rondinelli, com passagens tenebrosas por Criciúma e Avaí, caiu de paraquedas aqui com uma suspeita indicação do técnico em exercício. (Mais um exemplo de como o JEC está um caos).
Contratações ruins, elenco inchando em alguns setores e ao mesmo tempo carências em outros, jogadores encostados.
O fato é que o Elenco do Joinville é ao geral RUIM, Principalmente do meio pra Frente.
Vou fazer uma rápida análise de jogadores/contratações:
Robertinho, Diego, Juninho, Thomás, Diego Felipe, Rafael Donato, Danrlei, Adriano, Cléo Silva, Fernando Viana -> Não tem condições de serem nem reservas numa equipe de Série B. Alguns pela má fase, outros por inexperiência. Não deveriam estar aqui. Nada menos que 10 jogadores no elenco. Preocupante

Victor Oliveira, Diones, Kadu, Oliveira, Paulinho Dias, Everton Silva, Gabriel Vasconcelos, Murilo,  e Pereira**-> Jogadores com nível ruim/razoável para uma Série B. **Pereira é um jogador com boa técnica, mas vem mostrando que suas outras valências são ruins: pouco se desmarca, carrega muito a bola e mata vários ataques. Muito é pelo esquema que não beneficia ele, Pereira. Talvez de um outro jeito ele se encaixe melhor.

Carlos Alberto, Ligger, Heliardo-> Candidatos a surpresa, parecem boas contratações.

Júnior, Erick Luis, Dodô, Bertotto, Barbio, Aranha, Reginaldo -> Incógnitas

Naldo e Bruno Aguiar -> Remanecentes de 2014, são jogadores que já provaram que são capazes. Estão mal assim como o time inteiro.

Fazendo um exercício fácil, eu diria hoje que um provável titular do JEC teria que contar com Aranha, Bruno Aguiar, Ligger, Naldo, Bertotto (talvez), Carlos Alberto e Heliardo. Pereira entraria se o esquema não for 4-2-3-1. Isso mata o jogador pois ele tem que enfrentar e se desvencilhar de dois volantes (normalmente), e como os lados nada criam, sobre carregam o armador.

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Consideração final:

ALGUÉM DÊ UM REBOOT NESSE ANO. O Joinville está a deriva (DE NOVO).
O TORCEDOR NÃO AGUENTA MAIS PAGAR UMA FORTUNA PRA VER CONTRATAÇÕES RUINS, UM TÉCNICO QUE ESTÁ PERDIDO NAS SUAS AÇÕES E UM MARKETING QUE NÃO FUNCIONA. MUDANÇAS JÁ!

O torcedor do Joinville ainda espera o seu clube ser um clube de série A.

A Bomba-Relógio está Armada

Noite de véspera de feriado. A preguiça bate, dar aquela relaxada, sem preocupações. O Joinville seguiu à risca essa lógica na noite desta quarta, véspera do feriado de Corpus Christi, em Salvador. Um time preguiçoso, inofensivo no ataque e com opções nulas de criação enfrentou a boa equipe do Bahia na Fonte Nova. A derrota pelo placar mínimo saiu barato.

No primeiro tempo, apenas uma chance de gol. Em jogada de contra-ataque, Cléo Silva (o símbolo e a personificação da má fase do JEC) ficou cara a cara com o goleiro Marcelo Lomba. A falta de recursos do atacante tricolor não permitiu que a jogada terminasse em gol tricolor. Esta foi a ÚNICA ação ofensiva do JEC no jogo inteiro.

CLEO_JEC_BAHIADo outro lado, um Bahia que jogava menos do que era capaz, mas ainda assim com um pouco mais de organização e criatividade, levando jogadas de perigo e uma bola na trave no primeiro tempo. A intenção do JEC no jogo – claramente, apenas se defender – deu certo no primeiro tempo.

Veio o segundo tempo e o presente de Diego para o Bahia. Aos 9 minutos, depois de duas defesas de Agenor (já falaremos dele), Diego ao tentar afastar chutou em cima do volante Danilo Pires, do Bahia. A bola sobrou para Hernane Brocador. Centroavante de área faz o que ele fez: no lugar certo, mandou pro gol. Que falta faz um bom atacante!!!

Depois disso, foram (com os acréscimos) 40 minutos de agonia. O Joinville NÃO LUTOU pela vitória. Continuou com a mesma postura medrosa, priorizando não tomar gols a atacar. Esta tem sido uma máxima do JEC nos jogos fora de casa. Sem finalizar ao gol, e com o Bahia administrando bem o jogo, números finais, 1 a 0 para o tricolor baiano.

A bomba-relógio está armada. A crise, que já dá claros sinais de presença, irá se instalar de vez em caso de resultado negativo no sábado contra o Londrina – outro time organizado, com um bom centroavante (Keirrison) e que fez boa partida contra o Náutico nessa terça. Outros fatores além do que ocorre em campo contribuem para esse cenário, e comentaremos mais sobre estes assuntos em outros posts. Mas é fato que essa postura medrosa, e esse esquema de jogo, que principalmente em termos ofensivos não tem dado certo tem que ser alterado. É necessário encarar cada jogo como uma decisão. O objetivo ainda tem que ser o acesso. O JEC não pode esperar o objetivo ser a luta contra o rebaixamento para agir. Tem que se movimentar já.

Agenor

A71X8678-v-745x497Tudo indica que foi a última partida do goleiro Agenor com a camisa do JEC. Ao fim do jogo, o atleta deu entrevista em tom de despedida. O goleiro era um dos pilares e um dos únicos jogadores acima da média no elenco tricolor. Não sai com status de ídolo – afinal, não ganhou títulos, amargou um rebaixamento e não jogou tempo suficiente para criar maior identificação com o clube. Mas, neste pouco menos de um ano em que ele foi titular da meta tricolor, provou que é um grande goleiro e, por isso, será lembrado

Quanto ao futuro na meta tricolor, temos no elenco Oliveira, titular no título catarinense (em campo) de 2015, e Jhonatan. Oliveira deve assumir a titularidade nas próximas partidas. É um goleiro experiente (34 anos), que fez bom campeonato paulista pelo Linense, e que está à altura do time hoje. Suas atuações, e eu diria até, a campanha do Joinville nos próximos jogos, irão mostrar se precisamos de mais um goleiro. Mas é hora de apoiar e abraçar Oliveira. Ele já mostrou, em 2015, que pode ser titular desse time.

CONCLUINDO

Um time passivo em campo se reflete na arquibancada. O desânimo e o baixo público são reflexos do que o time entrega. Porém, é hora da torcida tricolor mostrar que não está contente, mas que permanece ao lado. Sábado, contra o Londrina, a torcida deve cobrar, pressionar, mas apoiar e empurrar esse time, mesmo que os jogadores não mereçam. Sábado é dia de Arena!!! Elencos passam e o clube fica. Ainda é cedo para entregar os pontos.

O time tem que encarar a partida como uma final. Queremos raça, sangue no olho, vontade, entrega. Ainda é possível.

Avante Joinville!